Pensando em uma série de fatos que ocorreram esse ano, uma dúvida me veio à mente: o quão irreversível é o impacto de uma atitude tomada em um momento de distração?
Hoje conversei com uma pessoa que, apesar de conhecer há pouquíssimo tempo, já tenho profundo respeito e admiração pela personalidade e pelo caráter. E essa conversa me fez relembrar da época em que saíamos junto com uma galera, das palhaçadas de madrugada no McDonalds, dos shows, aniversários, praia... O sentimento foi de nostalgia. Não gosto de me apegar e viver de passado, mas pensando nisso lembrei de Chico da Silva: "que tempo bom, que não volta nunca mais...".
Como marca e muda uma determinada atitude tomada. Numa fração de segundos você comete um erro, um único erro que é fatal. E logo eu, que prego tanto o desapego, me vi acuada pelos meus sentimentos.
Nessa hora eu gostaria muito de voltar a bobina do tempo e não permitir que muitas coisas tivessem acontecido. Sinto falta de sorrisos, risadas, palhaçadas no McDonalds, piadas, conversas no pé da escada, ligações diárias, praia e banho de coca-cola.
Me dei conta de que o impacto é devastador. Pode ser até que as coisas voltem ao normal, mas nunca como antes. Porque o antes sempre tem a inocência do desconhecido, aura de mistério.
Agora é pensar daqui pra frente, se adaptando às mudanças. Mudança é bom? Talvez nem sempre.

Um comentário:
poremmm, percebi que a vida seguee!!!
tamo juntoooooo Ariiii
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